quarta-feira, 7 de maio de 2014

DANO ELÉTRICO GERA 45% DAS INDENIZAÇÕES DE SEGUROS A CONDOMÍNIO EM SÃO PAULO





Novidade no mercado, cobertura ampla garante pagamento até em caso de catástrofes naturais como terremotos
Danos na rede elétrica, como curtos-circuitos, variações de tensão e prejuízos no fornecimento de energia, respondem por 44,7% das indenizações pagas a condomínios residenciais na cidade de São Paulo.
É o que aponta levantamento da especialistas com bases nos dados consolidados de 2013.

Em segundo lugar entre as indenizações pagas por seguros contratados ficaram as relativas à responsabilidade civil do condomínio, que cobre danos causados a condôminos ou a terceiros. Elas representaram 25,7% do total, enquanto as indenizações por quebras de vidros responderam por 13,4%.

Vendavais ou chuva de granizo representaram 4,8% dos sinistros em condomínios em 2013, e pagamento de seguro de vida de funcionários, 4%.

Novidade no mercado, a modalidade “cobertura ampla” se tornou uma opção para os síndicos que querem proteger o condomínio contra problemas não cobertos na cobertura simples obrigatória, como desmoronamentos, alagamentos, terremotos e furacões.
A vantagem principal é o valor pago por indenização aos condomínios. Na cobertura simples os condomínios recebem R$ 10 milhões apenas no caso de incêndio, raio, explosões e quedas de aeronaves.
Na nova modalidade esse mesmo valor (R$ 10 milhões) é pago também em caso qualquer dano físico ao condomínio, como quebra de vidros, danos elétricos, vendaval, impacto de veículos terrestres, tumulto, desmoronamento, alagamento, roubo de bens do condomínio, derrame de sprinklers e vazamento de tanques e tubulações. Esses sinistros têm indenizações que variam entre R$ 15 mil e R$ 500 mil na modalidade de cobertura simples. A cobertura ampla não paga o limite máximo de R$ 10 milhões para casos de responsabilidade civil.

FONTE:  REVISTA COBERTURA
Carlos Barros de Moura
BDM&A - Barros de Moura EXPERTISE EM SEGUROS  

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