Problema na bateria, colisão, pneu furado, perda da chave e alagamento causado por enchente estão entre as cinco principais causas de panes nos veículos que circulam pelas cidades brasileiras.
É o que mostra um levantamento realizado pela Liberty Seguros, entre setembro de 2013 e fevereiro de 2014, com base na análise de 123.708 mil solicitações de atendimento feitas pelos segurados da companhia.
A campeã das panes é a bateria
descarregada. Do total de chamadas recebidas pela seguradora para socorro nas
ruas, 73,10% foram ocasionados por problemas no dispositivo. A bateria dura em
média dois ou três anos, mas pode ter a vida útil reduzida se não tiver os devidos
cuidados: dar partidas com o farol ou luzes internas ligadas, esquecer faróis e
luzes acesas, instalação indevida de acessórios são exemplos que reduzem a vida
útil das baterias; deixar o carro parado sem funcionamento por um período longo
também danifica a bateria.
Se o carro fica parado por mais de 20 ou 30
dias, o correto é desconectar os terminais dos cabos das baterias para evitar
uma descarga precoce e reduzir a vida útil deste item; além deste cuidado, o
ideal é sempre manter as capinhas de plástico em cima dos terminais (positivo e
negativo) da bateria para evitar o risco de curto-circuito pelo contato de
objetos metálicos.
Do total de 123.708 atendimentos
analisados, a segunda maior causa (14,92%) das chamadas é por colisão com
veículo. São batidas, acidentes que resultam em danos ao automóvel do próprio
segurado ou a bens materiais de outras pessoas.
O terceiro problema mais freqüente é o pneu
furado, que respondeu por 6,77% dos 123.708 atendimentos realizados nos seis
meses analisados. A solicitação de chaveiro é o quarto serviço mais solicitado
(3,12% dos casos).
Alagamento dos veículos decorrente de
enchente também está entre as principais causas das chamadas, respondendo por
0,19% das causas dos atendimentos.
As demais (1,90%) são por conta de roubos,
falta de combustível, atolamento, incêndio e quebra de vidros.
Das 123.708 mil ocorrências, 30,01% foram
provenientes do Sul do país; 16,82% do Centro-Oeste; 15,87% do Nordeste e 1,47%
da Região Norte.
Os demais 27,74% de São Paulo (14,31% na
capital e 13,43% no interior); e 8,05% do Rio de Janeiro 8,05%.
Carlos Barros de Moura,
BDM&A - Barros de Moura EXPERTISE EM SEGUROS
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