O transporte de contêineres vazios na Margem Direita
(Santos) do Porto de Santos também é alvo de investigações. Mas, neste caso, um
inquérito da Polícia Civil apura a prática de crime de atentado contra a
liberdade de trabalho e uma manifestação ocorrida no início deste mês no cais
santista.
Ambas foram realizadas pelo Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam). Até agora, não há indícios de ligações entre sindicalistas e facções do crime organizado.
De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, a primeira acusação está relacionada a um crime que infringe o Artigo 197 do Código Penal. Ele trata especificamente da liberdade de trabalho e de constrangimento, mediante violência ou grave ameaça.
Já a manifestação ocorrida no início do mês pode estar relacionada à invasão de um terreno da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que fica no Macuco. A ideia era que ele se tornasse um pátio para estacionamento de caminhões. No entanto, a Secretaria não confirma se este é o processo que está sendo investigado na Delegacia do Porto de Santos.
A Tribuna divulgou, em 2011, denúncias de transportadoras de cargas sobre o transporte de contêineres vazios no cais santista. Na ocasião, empresas se queixavam de bloqueios que a Cooperativa dos Transportadores de Cargas de Santos (Coopertrans) fazia para impedir o tráfego de veículos das firmas.
Na época, o Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan) apelou à Justiça com uma ação de interdito proibitório, objetivando impedir qualquer tipo de violência contra as operações de suas transportadoras.
Além da violência, havia a denúncia de que os caminhoneiros precisavam se filiar à cooperativa para trabalhar. Na ocasião, a Coopertrans negou qualquer tipo de irregularidade e afirmou que a paralisação do trabalho era a principal queixa das empresas.
Outro lado
Procurado, um dos representantes do Sindicam, Sérgio Andrade Batista, fez questão de afirmar que não há ligação entre o sindicato e o crime organizado. Segundo ele, as denúncias das empresas surgem em épocas de negociação da tabela frete e não têm ligação com violência.
Segundo Batista, havia um processo que tratava de conflitos do trabalho e foi encaminhado à Justiça do Trabalho. “O Sindicam não é relacionado com crimes, não tem intenção de paralisar operações. Só fazemos a mediação. Mas sempre que há negociações, surgem casos como este”, destacou.
Ambas foram realizadas pelo Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam). Até agora, não há indícios de ligações entre sindicalistas e facções do crime organizado.
De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, a primeira acusação está relacionada a um crime que infringe o Artigo 197 do Código Penal. Ele trata especificamente da liberdade de trabalho e de constrangimento, mediante violência ou grave ameaça.
Já a manifestação ocorrida no início do mês pode estar relacionada à invasão de um terreno da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que fica no Macuco. A ideia era que ele se tornasse um pátio para estacionamento de caminhões. No entanto, a Secretaria não confirma se este é o processo que está sendo investigado na Delegacia do Porto de Santos.
A Tribuna divulgou, em 2011, denúncias de transportadoras de cargas sobre o transporte de contêineres vazios no cais santista. Na ocasião, empresas se queixavam de bloqueios que a Cooperativa dos Transportadores de Cargas de Santos (Coopertrans) fazia para impedir o tráfego de veículos das firmas.
Na época, o Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan) apelou à Justiça com uma ação de interdito proibitório, objetivando impedir qualquer tipo de violência contra as operações de suas transportadoras.
Além da violência, havia a denúncia de que os caminhoneiros precisavam se filiar à cooperativa para trabalhar. Na ocasião, a Coopertrans negou qualquer tipo de irregularidade e afirmou que a paralisação do trabalho era a principal queixa das empresas.
Outro lado
Procurado, um dos representantes do Sindicam, Sérgio Andrade Batista, fez questão de afirmar que não há ligação entre o sindicato e o crime organizado. Segundo ele, as denúncias das empresas surgem em épocas de negociação da tabela frete e não têm ligação com violência.
Segundo Batista, havia um processo que tratava de conflitos do trabalho e foi encaminhado à Justiça do Trabalho. “O Sindicam não é relacionado com crimes, não tem intenção de paralisar operações. Só fazemos a mediação. Mas sempre que há negociações, surgem casos como este”, destacou.
FONTE: NOTÍCIAS DO PORTO DE SANTOS 18/06
Carlos Barros de Moura,
BDM&A – Barros de Moura EXPERTISE EM
SEGUROS
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