Quebra do parabrisa
por choque térmico representa 7%, segundo levantamento da Carglass®
Deixar o carro
exposto ao sol, em dias de jogos de jogos de futebol ou outros esportes, e ligar o ar condicionado
pode causar um choque térmico e quebra do parabrisa. A ocorrência, muitas vezes,
se dá quando o motorista aciona o ar frio e os vidros estão quentes devido à
exposição ao sol.
Segundo
levantamento da Carglass®, especialista em reparo e trocas de vidros
automotivos, os índices de parabrisas quebrados por esse motivo giram em torno de
7%. "Não é tão expressivo, mas isso merece atenção e cuidado. O para-brisa
responde por mais de 30% da estrutura total do automóvel. Eventuais trincas
devem ser reparadas para que não se corra o risco de que se tornem ainda
maiores e, assim, seja necessário trocar o vidro. Até o tamanho de uma moeda de
um real conseguimos fazer o reparo", destaca Marcos Canteri, supervisor
técnico da Carglass.
Uma operação de
reparo de um parabrisa leva apenas 20 minutos. "O reparo em si implica o
preenchimento da trinca com uma resina especial, o que garante que o parabrisa
tenha sua integridade estrutural totalmente resgatada, voltando a atender às
mais exigentes normas internacionais de segurança automotiva", ressalta
Canteri.
Em dias de jogos,
quando o carro ficar exposto ao sol, a recomendação do especialista é não ligar
o ar condicionado com os vidros fechados. "Isso pode impactar em quebra do
parabrisa por choque térmico. Uma forma de evitar é abrir os vidros, aguardar o
resfriamento, e somente depois acionar o ar. Em caso de trinca, a combinação do
choque térmico, também pode ocasionar expansão do dano ao vidro",
finalizou Canteri. (Tamer/Carglass)
FONTE: REVISTA COBERTURA
Carlos Barros de Moura,
BDM&A - Barros de Moura EXPERTISE EM SEGUROS
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