O Índice do Custo de Vida na cidade de São Paulo teve leve alta de 0,02% de julho para agosto, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No acumulado desde janeiro, houve alta de 4,86% e, em 12 meses, 6,73%.Na análise técnica da entidade, o resultado de agosto reflete praticamente estabilidade, com aumento em três dos 10 grupos pesquisados: despesas pessoais, habitação e saúde. Esses dois últimos foram os que mais pressionaram o custo de vida.
Em saúde, houve variação positiva de 0,04%.
Neste caso, o que mais influenciou foi o aumento da assistência médica (0,05%).
Os produtos farmacêuticos e medicamentos oscilaram em 0,01%. O levantamento
mostra ainda que as famílias mais ricas - com renda na média de R$ 2.792,90 -
foram as mais afetadas pela inflação no período, com taxa equivalente a 0,04%.
Os mais pobres, na faixa de R$ 377,49, tiveram deflação de -0,02%. Para as
famílias do extrato intermediário, com rendimento médio de R$ 934,17, o índice
foi calculado em 0,01%.
Nos últimos 12 meses, quatro dos 10 grupos
pesquisados apresentaram avanços acima da média inflacionária (6,73%): despesas
pessoais (10,04%), despesas diversas (9,45%), educação e leitura (9,01%) e
alimentação (8,29%).
Os que indicaram taxas mais próximas do ICV
em um ano foram habitação (6,73%) e saúde (6,48%).
Carlos Barros de
Moura,
BDM&A - Barros
de Moura
EXPERTISE EM
SEGUROS
FONTE:
EG NOTÍCIAS
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