segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PLANOS DE SAÚDE PRESSIONAM CUSTO DE VIDA EM SÃO PAULO





O Índice do Custo de Vida na cidade de São Paulo teve leve alta de 0,02% de julho para agosto, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No acumulado desde janeiro, houve alta de 4,86% e, em 12 meses, 6,73%.Na análise técnica da entidade, o resultado de agosto reflete praticamente estabilidade, com aumento em três dos 10 grupos pesquisados: despesas pessoais, habitação e saúde. Esses dois últimos foram os que mais pressionaram o custo de vida.

Em saúde, houve variação positiva de 0,04%. Neste caso, o que mais influenciou foi o aumento da assistência médica (0,05%). Os produtos farmacêuticos e medicamentos oscilaram em 0,01%. O levantamento mostra ainda que as famílias mais ricas - com renda na média de R$ 2.792,90 - foram as mais afetadas pela inflação no período, com taxa equivalente a 0,04%. Os mais pobres, na faixa de R$ 377,49, tiveram deflação de -0,02%. Para as famílias do extrato intermediário, com rendimento médio de R$ 934,17, o índice foi calculado em 0,01%.

Nos últimos 12 meses, quatro dos 10 grupos pesquisados apresentaram avanços acima da média inflacionária (6,73%): despesas pessoais (10,04%), despesas diversas (9,45%), educação e leitura (9,01%) e alimentação (8,29%).

Os que indicaram taxas mais próximas do ICV em um ano foram habitação (6,73%) e saúde (6,48%).

Carlos Barros de Moura,
BDM&A - Barros de Moura
EXPERTISE EM SEGUROS

FONTE: EG NOTÍCIAS


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