CUIDADO
COM AS SURPRESAS!
Elas
podem custar a sobrevivência de sua organização
O panorama de riscos está
constantemente mudando, isso dificulta para as empresas se prepararem
adequadamente para paralizações dos negócios.
O importante é que há
meios para minimizar os impactos de paralizações, tanto seguráveis como não seguráveis.
Isso se faz, via
avaliações profundas das vulnerabilidades das organizações, para tanto existem
no mercado ferramentas que podem ajudar os projetos de gestão de riscos e
resiliência.
Pontos relevantes para avaliação das vulnerabilidades:
·
- Promover melhor entendimento do meio-ambiente, suas atividades críticas, dependências e relacionamentos;
·
- Quantificar o impacto esperado e as despesas extras que perturbações podem provocar sobre a produção e comercialização e
·
- Fortalecer a gestão de continuidade e esforços para recuperação.
Passamos a trabalhar como
cuidar e segurar os riscos da SUPPLY CHAIN.
Sabemos que os desafios,
para gerir uma rede cada vez mais complexa de fornecedores, podem ameaçar a
resiliência dos negócios.
Em mercados mais
desenvolvidos, temos que historicamente, perturbações na SUPPLY CHAIN levam a
uma queda de 9% nas vendas e a um aumento de custos de 11%. Notar, também, que
aproximadamente 40% das empresas com longas paralizações, nunca se recuperam.
Vejamos o que devemos
buscar nas ferramentas de gestão de riscos para SUPPLY CHAIN:
- Prover informações valiosas para o entendimento das exposições a risco da organização, cobrindo uma gama extensa de riscos, tais como: financeiros, regulatórios, políticos, geográficos, logísticos e contratuais;
- Ajudar a entender o impacto potencial e os custos de recuperação para seus fornecedores críticos;
- Desenvolver planos de ações para reduzir ou transferir os riscos da SUPLLY CHAIN.
Como
passo seguinte, buscar no mercado de seguros, planos que, por exemplo, cubram
suprimentos com entrega postergada ou prejudicada, e o impacto financeiro
potencial dos custos extras de recuperação.
Por
isso, tais planos devem ser “All Risks”,
com soluções amplas e diferentes dos produtos tradicionalmente
oferecidos pelas seguradoras.
Além da característica “All Risks”, é necessário
que o programa de seguros seja feito sob medida, preenchendo possíveis buracos
em coberturas e oferecendo procedimentos para regulação de sinistros que
melhorem a transparência e o tempo de pagamento.
Em
resumo, o processo de gestão de riscos deve buscar clareza sobre as exposições a risco,
enfrentadas pelas organizações, desde os riscos operacionais de rotina até os
emergentes e eventos inesperados.
Um
bom início para esse processo é a contratação de especialistas para, juntos com
a equipe própria da empresa, desenvolver, implantar e monitorar o projeto.
Carlos
Barros de Moura,
CEO
– Barros de Moura & Associados, Corretagem de Seguros Ltda
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