terça-feira, 21 de janeiro de 2014

CUIDADO COM AS SURPRESAS! Elas podem custar a sobrevivência de sua organização




CUIDADO COM AS SURPRESAS!
Elas podem custar a sobrevivência de sua organização
O panorama de riscos está constantemente mudando, isso dificulta para as empresas se prepararem adequadamente para paralizações dos negócios.
O importante é que há meios para minimizar os impactos de paralizações, tanto seguráveis como  não seguráveis.
Isso se faz, via avaliações profundas das vulnerabilidades das organizações, para tanto existem no mercado ferramentas que podem ajudar os projetos de gestão de riscos e resiliência.

Pontos relevantes para avaliação das vulnerabilidades:
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  •        Promover melhor entendimento do meio-ambiente, suas atividades críticas, dependências e relacionamentos;

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  •          Quantificar o impacto esperado e as despesas extras que perturbações podem provocar sobre a produção e comercialização e

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  •             Fortalecer a gestão de continuidade e esforços para recuperação.


Passamos a trabalhar como cuidar e segurar os riscos da SUPPLY CHAIN.
Sabemos que os desafios, para gerir uma rede cada vez mais complexa de fornecedores, podem ameaçar a resiliência dos negócios.

Em mercados mais desenvolvidos, temos que historicamente, perturbações na SUPPLY CHAIN levam a uma queda de 9% nas vendas e a um aumento de custos de 11%. Notar, também, que aproximadamente 40% das empresas com longas paralizações, nunca se recuperam.

Vejamos o que devemos buscar nas ferramentas de gestão de riscos para SUPPLY CHAIN:

  •           Prover informações valiosas para o entendimento das exposições a risco da organização, cobrindo uma gama extensa de riscos, tais como: financeiros, regulatórios, políticos, geográficos, logísticos e contratuais;

  •      Ajudar a entender o impacto potencial e os custos de recuperação para seus fornecedores críticos;

  •        Desenvolver planos de ações para reduzir ou transferir os riscos da SUPLLY CHAIN.

Como passo seguinte, buscar no mercado de seguros, planos que, por exemplo, cubram suprimentos com entrega postergada ou prejudicada, e o impacto financeiro potencial dos custos extras de recuperação.

Por isso, tais planos devem ser “All Risks”,  com soluções amplas e diferentes dos produtos tradicionalmente oferecidos pelas seguradoras. 

Além da característica “All Risks”, é necessário que o programa de seguros seja feito sob medida, preenchendo possíveis buracos em coberturas e oferecendo procedimentos para regulação de sinistros que melhorem a transparência e o tempo de pagamento.

Em resumo, o processo de gestão de riscos deve buscar  clareza sobre as exposições a risco, enfrentadas pelas organizações, desde os riscos operacionais de rotina até os emergentes e eventos inesperados.

Um bom início para esse processo é a contratação de especialistas para, juntos com a equipe própria da empresa, desenvolver, implantar e monitorar o projeto.

Carlos Barros de Moura,
CEO – Barros de Moura & Associados, Corretagem de Seguros Ltda

   


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