O mercado de seguros no Brasil vem mantendo crescimento na
casa de dois dígitos nos últimos anos devido à pequena penetração do setor.
Dentre os desafios para manter esse ritmo de crescimento está a baixa cultura
do brasileiro para proteções securitárias. Muitas pessoas fazem seguro do
automóvel, mas deixam, por exemplo, de contratar apólices para proteger a vida,
futuro e até mesmo a residência. Para 2014, o setor de seguros, incluindo os
segmentos de saúde, previdência privada e capitalização, trabalha com a
estimativa de crescimento de 15,6%, segundo a Confederação Nacional das
Seguradoras (CNseg). “Nossa visão é positiva para 2014. O desafio é a
manutenção da rota de crescimento, mas 15% é uma expansão expressiva”, avalia o
presidente da CNseg e da Bradesco Seguros, Marco Antonio Rossi. O potencial do
mercado de seguros tem não só atraído cada vez mais players, mas também a
atenção dos bancos, que vêem no setor um impulsionador para as suas receitas. A
Bradesco Seguros, que emitiu quase R$ 50 bilhões em prêmios no ano passado,
respondeu por mais de 30% do resultado do banco em 2013. Já a BB Seguridade,
que controla os negócios de seguros do Banco do Brasil, emplacou a maior
abertura de capital do mundo em 2013 ao captar R$ 11,5 bilhões.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário